sábado, 31 de outubro de 2009

The Vampire Diaries


Querido Diário,

Eu não poderia estar mais errada… Eu pensei que poderia sorrir e aguentar o dia, fingindo que está tudo bem. Eu tinha um plano, eu queria mudar o que eu era. Ser um novo alguém, um alguém sem passado, um alguém sem dor, alguém vivo. Mas não é tão fácil, as coisas ruins continuam com você e o seguem. Você não pode escapar, por mais que você queira. Tudo o que pode fazer é ficar pronto para o bem e quando ele vier, o convide para entrar. Porque você precisa disso. Eu preciso disso
.”

Elena e Stefan 01x01 - The Vampire Diares.



We’re a work in progress... We’ll figure out.” / “Nós somos um trabalho em progresso… Nós vamos resolver isso.”

Stefan para Elena 01x01 - The Vampire Diaries.


É algo que tem passado de geração para geração. É algo q ue se aprende quando se é parente de vampiros. Damon me mataria se soubesse que eu tenho.”

Zach

Mas está me contando. Por quê?”

Stefan

Porque eu confio em você.”

Zach

Zach e Stefan - 01x04 - The Vampire Diaries
P.S.: Zach, Zach, Zaaaach!


I met a girl, we talked, it was epic… Then the sun came up and reality said that all this is reality. Right here.” / “Eu conheci uma garota, nós conversamos, foi épico… Então o sol saiu e a realidade disse que tudo isso é realidade. Bem aqui.”

Stefan para Elena
01x02 -The Vampire Diares.



Parte de mim deseja esquecer também, esquecer que o conheci. Esquecer o que você é e tudo o que aconteceu desde então. {...}Porque eu não quero que seja assim, não quero me sentir assim. Mas eu não posso... Com tudo o que aconteceu, não posso perder o que sinto por você.”

Elena para Stefan 01x07 -The Vampire Diaries.

P.S.: na próxima postagem do The Vampire Diaries eu coloco um fala do Damon.

The Red Jumpsuit Apparatus



Your Guardian Angel

When I see your smile
Tears run down my face I can't replace
And now that I'm stronger I've figured out
How this world turns cold and breaks through my soul
And I know I'll find deep inside me I can be the one

I will never let you fall
I'll stand up with you forever
I'll be there for you through it all
Even if saving you sends me to heaven

It's ok. It's ok. It's ok.
Seasons are changing
And waves are crashing
And stars are falling all for us
Days grow longer and nights grow shorter
I can show you I'll be the one

I will never let you fall
I'll stand up with you forever
I'll be there for you through it all
Even if saving you sends me to heaven

Cuz you're my, you're my, my true love, my whole heart
Please don't throw that away
Cuz I'm here for you
Please don't walk away,
Please tell me you'll stay, stay

Use me as you will
Pull my strings just for a thrill
And I know I'll be ok
Though my skies are turning gray

I will never let you fall
I'll stand up with you forever
I'll be there for you through it all
Even if saving you sends me to heaven

P.S.: se alguém quiser a tradução, peça-me.

Manuel Bandeira



Poética

Estou farto do lirismo comedido
Do lirismo bem comportado
Do lirismo funcionário público com livro de ponto expediente protocolo e manifestações de apreço ao Sr. Diretor.
Estou farto do lirismo que pára e vai averiguar no dicionário o cunho vernáculo de um vocábulo.
Abaixo os puristas

Todas as palavras sobretudo os barbarismos universais
Todas as construções sobretudo as sintaxes de excepção
Todos os ritmos sobretudo os inumeráveis

Estou farto do lirismo namorador
Político
Raquítico
Sifilítico

De todo lirismo que capitula ao que quer que seja fora de si mesmo
De resto não é lirismo
Será contabilidade tabela de co-senos secretário do amante exemplar com cem modelos de cartas e as diferentes maneiras de agradar às mulheres, etc.

Quero antes o lirismo dos loucos
O lirismo dos bêbados
O lirismo difícil e pungente dos bêbedos
O lirismo dos clowns de Shakespeare
- Não quero mais saber do lirismo que não é libertação.

Desencanto

Eu faço versos como quem chora
Do desalento... de desencanto...
Fecha o meu livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.

Meu verso é sangue. Volúpia ardente...
Tristeza esparsa... remorso vão...
Dói-me nas veias. Amargo e quente,
Cai, gota a gota, do coração.

E nesses versos de angústia rouca
Assim dos lábios a vida corre,
Deixando um acre sabor na boca.
- Eu faço versos como quem morre.

O último poema

Assim eu quereria o meu último poema.
Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais
Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas
Que tivesse a beleza das flores quase sem perfume
A pureza da chama em que se consomem os diamantes mais límpidos
A paixão dos suicidas que se matam sem explicação.

Coldplay



The Scientist

Come up to meet you, tell you I'm sorry
You don't know how lovely you are
I had to find you, tell you I need you
Tell you I'll set you apart

Tell me your secrets
And ask me your questions
Oh lets go back to the start
Running in circles, coming up tails,
Heads on a science apart

Nobody said it was easy,
It's such a shame for us to part
Nobody said it was easy,
No one ever said it would be this hard

Oh take me back to the start
I was just guessing in numbers and figures,
Pulling the puzzles apart

Questions of science, science and progress,
Do not speak as loud as my heart
Tell me you love me, come back and haunt me,
Oh and I rush to the start
Running in circles, chasing our tales,
Coming back as we are


Nobody said it was easy,
It's such a shame for us to part
Nobody said it was easy,
No one ever said it would be this hard

P.S.: quando alguém quiser alguma tradução, peça-me.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

O Curioso Caso de Benjamim Button



É uma coisa interessante, regressar a casa. Parece a mesma, cheira ao mesmo. Sinto-a da mesma forma. Então entende que o que mudou foi você.”

Benjamim Button O curioso caso de Benjamim Button.



Queenie, algumas criaturas não são destinadas a sobreviver.” Doutor.

Não, este bebê é um milagre, disso tenho certeza, é apenas o tipo de milagre que ninguém espera ver.” Queenie.

O curioso caso de Benjamim Button.



Pelo que vale, nunca é tarde demais... Ou no meu caso, cedo demais, seja aquilo que quiser ser. Não há limite de tempo, pode começar quando quiser. Pode mudar ou ficar na mesma, não há regras para isso. Pode escolher o melhor ou o pior da vida, espero que escolha o melhor da vida. Espero que veja coisas que a surpreendam. Espero que sinta coisas que nunca sentiu antes. Espero que conheça pessoas com diferentes pontos de vista. E espero que viva uma da qual se orgulhe. E se pensar que é capaz, espero que tenha a força para começar tudo de novo.”

Benjamim para Carolina - O curioso caso de Benjamim Button.



Todos os dias tenho mais rugas. Não é justo.” – Daisy / “Adoro suas rugas.” – Benjamim / “Como é rejuvenescer?” – Daisy / “Não sei dizer ao certo, sempre vi as coisas através dos meus olhos.” – Benjamim / “Vai continuar me amando quando eu estiver coberta de rugas?” – Daisy / “Vai continuar me amando quando tiver acne?Quando molhar a cama?Quando tiver medo do que estiver por baixo das escadas?” – Benjamim / “No que você está pensando?” – Daisy / “Estava pensando que nada é eterno e que é um pena que seja assim...” – Benjamim / “Algumas coisas são.” – Daisy. / “Boa noite, Daisy.” – Benjamim / “Boa noite, Benjamim. – Daisy.

Benjamim e Daisy - O curioso caso de Benjamim Button.



Durma comigo?” Daisy.

Absolutamente.” – Benjamim.

Benjamim e Daisy - O curioso caso de Benjamim Button.



Algumas pessoas nascem para sentarem na beira do rio. Algumas são atingidas por raios. Algumas têm ouvido para a música. Algumas são artistas. Algumas nadam. Algumas entendem de botões. Algumas entendem Shakespeare. Algumas são mães. E algumas pessoas... Dançam.”

Benjamim Button - O curioso caso de Benjamim Button.
PS: filme "sem palavras".

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Prison Break {Capítulo 03x16}

Prison Break
Temporada

Capítulo 16
O perdão de Mahone


Michael já havia acordado naquela manhã; não dormira bem aquela noite, aliás, não dormira, não piscara um segundo sequer a noite toda, mas apesar disto, o sono parecia não lhe fazer falta naquele momento. Permanecia de pé perto da janela, onde podia ver a rotina diária que os guardas faziam e onde podia pensar sobre a fuga e sobre todo o resto. E de vez enquanto lançava um olhar rápido para a cama de Chuck para ver se ele já estava acordado.
Depois de certo tempo, abaixou os olhos e certificou-se das horas: eram quase nove da manhã. Fez-se esquecer dos guardas e da vista e foi até a cama de Chuck, silenciosamente chamou pelo seu nome e balançou seu braço. Depois de algumas vezes mais o chamando, ele despertou.
Seus cabelos negros e encaracolados estavam ainda mais revirados. Parecia meio perdido como se não soubesse ao certo onde estava; Michael sorriu ao vê-lo daquele jeito, lembrou-se que foram poucas as vezes que ele o acordou: ou eles acordavam quase na mesma hora ou Chuck o acordava.
Chuck jogou o casaco, com o qual estava tapado durante a noite, para o lado e mexeu levemente os cabelos, deixando-os em um estado um pouco melhor.
Enquanto ele se sentava na cama, Michael disse:
-Bom dia.
Chuck sorriu meio de canto e retribuiu:
-Bom dia.
Michael tornou a voltar para a janela e questionou:
-Você acha que consegue alguma coisa para comermos?Hoje é o dia que os guardas mandam as cestas de comida.
-Não sei, mas posso tentar.
Michael consentiu e disse:
-Vamos indo, você sai comigo e depois procura algo para nós comermos, enquanto eu vou ter que levar as pás para o esgoto. Se alguém me pegar é melhor que me pegue sozinho.
Chuck parecia não ter gostado muito da ideia, mas concordou em silêncio. Levantou-se da cama, espreguiçou-se e esperou que Michael dissesse quando poderiam ir. E este permaneceu ali mais alguns minutos, depois olhou no relógio, e consequentemente foi até as grades da cela, olhou o movimento nos corredores e voltou-se para Chuck:
-Acho que podemos ir... Vou esperar você na frente da porta, no esgoto... Ok?
-Ok...
Michael pediu que Chuck cuidasse para que ninguém se aproximasse e foi até a cama, ojoelhou-se e retirou as pás de lá. Deixou-as ainda cobertas pelo pano que as cobrira no dia anterior e seguiu em direção ao corredor. Ultrapassou a linha que separava a cela do corredor, quando Chuck o chamou:
-Hey, Michael...
Michael virou-se e esperou.
-E se eu não conseguir, se alguém me pegar, ou...
Michael se aproximou e disse:
-Hey, você não fez isso tantas vezes?Por que o medo agora?
Chuck olhou para as mãos e disse:
-Sei lá... Talvez você tenha razão, não sei por que eu dizendo isso... Esquece!
Michael olhou para Chuck e se aproximou mais, dizendo:
-Você pode ter medo, isso não é uma coisa anormal e você sabe disso... Mas não pode deixar que isso tome conta de você. Vai dar certo...
Chuck levantou o rosto para Michael e consentiu, depois disse:
-Tome cuidado também.
Michael sorriu e o deixou.
Caminhou rapidamente, passou por alguns homens que o fitavam e fitavam principalmente o embrulho que carregava consigo. Tentou ignorar aqueles olhares e seguiu em frente; em menos de dois minutos já estava diante de Bellick, Charlie e Whistler em frente ao esgoto. Lançou um olhar rápido aos três que o miraram também e caminhou até a porta.
Largou as pás no chão por alguns segundos e levou a mão ao ferro, o puxou e depois de aberta a porta colocou as ferramentas lá dentro, no segundo degrau.
Virou-se para os outros, e disse:
-Então, como foram com o Lechero?
Charlie e Bellick se olharam rapidamente, antes de começarem a falar:
-Nada bem, Michael-disse Charlie.
Michael deu alguns passos, ficando à frente dos dois.
-Então o que ele disse a vocês?
-Ele nos chamou perto do entardecer... Adivinha quem veio até nós, para nos levar até ele? - disse Bellick.
Michael paralisou seu olhar sobre Bellick durante um tempo, depois respondeu sem entusiasmo.
-Não sei, quem?
-T-bag. - respondeu Bellick.
Bellick não parecia estar mentindo e Michael detestava ter que admitir isso para si mesmo.
-O que vocês acham que ele está tentando fazer?O que vocês viram? Descobriram?
Charlie tomou a palavra:
-Bom, eu vou lhe contar como as coisas aconteceram...
Michael consentiu e parou para escutar.
-T-bag veio até nós, disse que Lechero estava nos esperando no quarto dele, no andar de cima e que era para nós o acompanharmos. No início Bellick perguntou o que ele fazia obedecendo às ordens do cara e tal, mas ele só dizia que era para o acompanharmos. Fizemos isso, quando chegamos lá, Lechero estava sentado em um dos sofás que há lá dentro e pediu para sentarmos também.
No início ele se mostrou compreensivo, como se estivesse nos prestando ajuda... Fez-nos diversas perguntas e tudo bem calmamente. Enfim, ele sabe que há algo por trás das nossas conversas, ele disse que ele vai descobrir e mandou-nos avisar para você tomar cuidado.
Michael passou a mão sobre o rosto, depois respondeu:
-Não sei, eu ainda não descobri o que esse homem quer. Mas nós não podemos dar bandeira, isto é certo. Mas e o T-Bag?O que vocês sabem dele?
Bellick se aproximou mais de Michael e respondeu:
-Michael se esse cara entrar no nosso caminho, vai dar tudo errado novamente, você sabe muito bem o que aconteceu em todas as outras vezes.
Michael lhe lançou um olhar de reprovação.
-Pois é, eu também me lembro muito bem que das últimas vezes você também me rendeu alguns problemas. Se quer mesmo sair de Sona não diga que T-Bag tem toda a parcela de culpa.
Bellick sustentou o olhar no de Michael e Charlie e Whistler os observavam. Antes que qualquer um pudesse falar, ouviram os passos rápidos de Chuck no início do corredor.
Ele parou ao lado de Michael, que o olhou assustado. Antes que ele pudesse perguntar o que houve, Chuck disse:
-Acho melhor irmos... Vocês não vão querer ficar aqui para ver o que acontece.
Michael lançou um olhar que mesclava repreensão e medo, depois disse:
-Ok, vamos lá.
Charlie, Bellick e Whistler se encaminharam à porta e logo atrás Michael e Chuck fizeram o mesmo.
Michael esperou todos entrarem e fechou a porta ás suas costas. Tateou o chão á procura das pás, depois de pegá-las, distribuiu aos outros. E juntos eles caminharam ao seu destino.
Quando se aproximaram dos destroços do caminho da direita – que Michael julgou ser o mais seguro – largaram as pás sob o chão.
-Todos sabem o que fazer, certo? Passamos todos esses destroços para chão e logo começamos a cavar para cima... Sempre com o cuidado para que não desmorone.
Todos consentiram, e começaram o trabalho árduo.
Trabalharam a tarde toda. Mas ao fim conseguiram se livrar de todos os destroços e então, Michael os comunicou:
-Amanhã, aqui, mesmo horário. Teremos que trabalhar duro e sempre terá que haver alguém aqui nos próximos dias, para cuidar para que nada desabe. De acordo?
Todos concordaram com ele.



Quando voltaram para cela, Chuck ofereceu a comida que conseguiu. Eles comeram em silêncio, logo Chuck caiu de sono ao seu lado. Depois de cavarem a tarde toda, ele não esperava outra coisa. Lentamente, Michael o colocou na cama. Logo, resolveu dar uma caminhada.
Sentia-se vazio, como se muito mais que a vida lhe tivesse sido arrancada. Claro que ainda pensava em seu sobrinho e em tudo o que ele e Lincoln representavam para ele. Mas e se tudo desse certo? E se ele salvasse a todos? O que restaria para ele no fim? Quando a mulher que amava fora arrancada de si da maneira mais cruel que existe? No fim... Restar-lhe-ia dignidade? Ele não sabia dizer, estava perdido na sua própria confusão. Não sabia mais se ele era digno de algo ou de alguém.
Sentiu algo tocar-lhe o ombro. Levantou os olhos: era Mahone.

-Não diga nada. – ele pediu. – Por favor, apenas tente me ouvir.
Michael não sabia o que fazer, então resolveu dar uma chance a Mahone.
Mahone, baixou os olhos pensativo... Então começou a falar:
-Estou a alguns dias limpo, não sei exatamente como consegui... Talvez esse lugar tenha feito algum bem a mim. Estou me mantendo longe da confusão e tentando sobreviver.
Ele deu uma pausa.
-Não quero pedir gratidão, nem perdão... Só quero que você saiba que eu me arrependo de muitas coisas que fiz. Inclusive a você. Eu sei o quão bom você é, Michael. E quando penso no mal que lhe causei, quando penso no mal que eu causei a mim mesmo quando lhe prejudiquei... Penso que foram poucas vezes na vida que me portei com justiça. Essa justiça que a gente vive procurando... Essa justiça que faria bem a todos.
Os dois passaram um longo momento em silêncio. Mahone parecia ainda absorto em sua culpa, Michael parecia absorver aquela confissão toda. De certa forma, o perdão que Mahone não exigia parecia já estar encaminhado no coração dele. E de uma forma muito estranha, os dois estavam mais conectados do que em qualquer outro momento já vivido entre eles.
-Eu soube sobre a Sara... – Mahone olhava ao longe.
-Às vezes é como se essas paredes falassem... – Michael disse.
-Talvez elas falem sim, e talvez a dor das pessoas fale mais alto aqui também.
Michael consentiu. Sentindo aquela dor lhe cutucar, como se estivesse lhe avisando o quão viva ela ainda era dentro dele.
-Michael, quero lhe pedir algo...
Michael consentiu, esperando.
-Eu sei sobre a fuga, não vou contar a ninguém, nem mesmo à Lechero e não quero que pense que eu vim até você só para pedir isso, mas eu não preciso lhe dizer o motivo pelo qual eu quero sair daqui. Ainda existe uma família a quem eu devo proteger.
Eles nutriram um olhar longo. Michael não sabia o que dizer, apesar de tudo não sabia se já era tempo de confiar em Mahone. Respirou fundo e lhe disse:
-Se eu lhe pedisse tempo para pensar, estaria agindo errado?

Mahone riu descontente. Mas consentiu.
-Só não demore muito, não quero perder o último trem de volta para casa.
Os dois compartilharam uma risada. E depois observaram juntos o correio do dia chegar. As pessoas circularam o homem responsável pelas entregas. Vindo do corredor contrário ao que os dois estavam, Michael viu Whistler se aproximar, pegar uma correspondência e vagar para outros lados. Poderia não ser nada, mas Michael jurou que aquilo lhe renderia problemas no futuro.




Lincoln dava passos formando pequenos círculos onde estava. Olhava de tempos em tempos para o relógio, tinha consciência do quanto Sucre estava atrasado para o encontro que eles marcaram. Pensou algumas vezes se por acaso ele não ouvira o lugar errado pelo telefone, mas depois de retomar na mente diversas vezes a conversa que tiveram, ele desistia de pensar que errara na informação. Foi então que ele deixou de esperar.
Seu carro estava do outro lado da praça, então Lincoln atravessou-a a pé. Quando dobrou a esquerda, avistou uma mulher sentada no banco, em frente a um pequeno supermercado. Observou-a e então teve a certeza: era Sofia. Foi inevitável não se aproximar.
Caminhou lentamente em sua direção... Vestia um vestido azul claro, com flores de estampa. E um par de rasteirinhas. Seus cotovelos estavam sob os joelhos e suas mãos escondendo o rosto, que parecia um pouco inchado.
Sentou-se ao seu lado quase sem fazer barulho e tocou seu ombro. Ela levantou o rosto rapidamente: sem dúvida ela havia chorado.
-Lincoln! – ela exclamou num gemido.
-O que houve? – Lincoln a questionou.
Sofia descreveu a sua última visita a Whistler em Sona.

-E ele tinha esse livro... Eu não sei de mais nada, Linc! Quanto mais eu penso, mas vejo que não há verdades nas histórias que ele me conta.
-E o livro, o que ele disse sobre isso?
-Ele disse que aquilo que nos salvaria... Disse que teria de entregar livro às pessoas que querem que Michael o tire de lá e que depois disso estaríamos em paz.
Ela suspirou e continuou:
-Não sei quanto a você, Lincoln, mas eu não vejo como estar em paz depois disso tudo. Em pensar que eu confiei o meu futuro aquele homem... Em pensar que ele me prometeu tanto. Ele me prometeu que me levaria a Paris você sabia? E agora? Só mentiras.
Mas basta! Acabou.
Lincoln deixou suas lágrimas caírem e afagou seu cabelo. Não havia mais o que fazer, ou o que dizer. Apenas a consolou e, no seu íntimo, torceu para que ela um dia o esquecesse.







sábado, 1 de agosto de 2009

Save Our Hero


Aqui abaixo segue os links da Campanha Save Our Hero...
Tem explicações, fotos, vídeos, comunidade no orkut, perfil no orkut...
Muitas coisas e para qualquer dúvida, sugestão e crítica, comunique-nos...

Petição:

http://www.petitiononline.com/399503/petition.html

Comunidade:

http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?rl=cpp&cmm=90809248

Perfil:

http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?uid=9629297116744749941

Blog:


http://saveourheroprisonbreak.wordpress.com/

Um dia, eu assisti Michael apertar o ombro do Linc e dizer: “Just have a little faith”. Um dia eu assisti Michael entregar um origami para Sara, onde estava escrito: “There’s a plan to make all of this right”. Váááárias vezes eu vi ele se sacrificando pelos demais, apenas por amor e lealdade. Ele sempre foi o meu herói, a pessoa que veio para me fazer ter um pouco mais de fé e coragem. Só o que peço é o voto das pessoas... Ter ele de volta seria uma benção.